Passageira agride funcionárias da Latam no Aeroporto de Guarulhos e foge

Agressão física contra quatro colaboradoras da Latam após problema em check-in levanta debate sobre segurança em conexões e direitos dos passageiros que dependem de hubs internacionais.

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Uma passageira agrediu quatro funcionárias da companhia aérea Latam Airlines com socos no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, na madrugada desta terça-feira (16 de junho de 2026). O ataque ocorreu após a cliente se irritar com orientações recebidas durante o atendimento no balcão de check-in, motivado por uma contingência operacional da empresa. A agressora fugiu do local acompanhada pelo marido e por uma criança. O caso foi registrado como lesão corporal na 3ª Delegacia de Polícia de Atendimento ao Turista (Deatur). Para os moradores e cafeicultores da nossa região que utilizam o terminal paulista como principal hub de conexões, o episódio acende o alerta sobre os protocolos de segurança e os limites legais em crises aéreas.

Dinâmica da Agressão e Investigação Policial

De acordo com os relatos das vítimas à Polícia Civil e o posicionamento da Secretaria da Segurança Pública de São Paulo (SSP), o tumulto teve início após o voo em questão sofrer alterações decorrentes de falhas na operação da companhia. Imagens do circuito interno registraram o momento em que a passageira desferiu golpes contra uma das atendentes e, em seguida, atacou outras três colaboradoras que tentavam conter a situação.

As diligências estão em andamento para identificar e localizar a suspeita. Em nota oficial, a Latam repudiou o ocorrido, classificando a conduta como “inadmissível violência”, e informou que está prestando apoio aos profissionais agredidos, além de colaborar ativamente com as investigações conduzidas pelos órgãos competentes.

Contingências Aéreas e o Passageiro do Interior

O episódio joga luz sobre um problema frequente enfrentado por viajantes que saem do interior do estado: os atrasos e cancelamentos de voos em grandes aeroportos. Especialistas em direito do consumidor alertam que contingências operacionais geram estresse, mas existem caminhos legais para a resolução de conflitos, sem recorrer a vias de fato.

Direitos do Passageiro em Caso de Atraso

  • A partir de 1 hora
    Facilidades de comunicação (internet, telefone)
  • A partir de 2 horas
    Alimentação (vouchers, refeição)
  • A partir de 4 horas
    Hospedagem e traslado (quando necessário)

Publicado por Luana Mirelly

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